Galera, como vocês devem ter percebido eu não consigo manter um ritmo estável aqui no blog. Volto a postar e um tempo depois paro novamente. Estou considerando a idéia de montar um blog coletivo. Juntar alguns escritores em um único blog. Falando de modo diverso e sobre assuntos diversos, mantendo um ritmo fixo e dar aos leitores um blog que se possa ler sempre. Então, o que vocês acham da idéia? de qualquer jeito eu manterei vocês avisados e me sigam no twitter ---> @RobBrandao <----
Pro post não terminar muito vago, deixo aqui uma frase poética de @VítorSoufoda
"TODA VEIZ QUI MINHA MÃE BRIGA CMG E DIZ 'OW MOLEQUE CÊ É FODA HEIN' EU RESPONDO DIGDIN DIGDIN"
Robson DT
Somos dois ignorantes, a diferença é que eu admito isso
sexta-feira, 6 de maio de 2011
segunda-feira, 14 de março de 2011
Medos
Hoje eu decidi falar sobre um assunto global, do qual todas pessoas passam. O medo. O fato é que todos sentimos medo. Todos nós. Aquele que disser que não tem medo, não só está mentindo, como tem medo da verdade. Existem medos de todos os tipos, dos quais podemos considerar bizarros ou chamar de frescuras. Mas os medos em específico que quero falar são os meus. Aranha e encontrar conhecidos na rua.
O medo de aranha me rende algumas piadinhas, já sabem né, comparando aranha com uma... você sabe ( se não sabe, deixa quieto ). E certo dia eu ainda dei a infeliz declaração: “tenho menos medo de cobra do que de aranha”, eu fui completamente literal quando disse isso, mas meu irmão ficou me zoando. Esse meu medo começou quando uma caranguejeira me mordeu ( morder, picar, ferrar... sei lá que diabo que ela faz, só sei que dói), e por incrível que pareça eu não virei o homem-aranha. Desde esse dia eu tenho muito medo. Um dia desses apareceu uma aranha do tamanho de um polvo no meu quarto, minha cunhada matou. Mesmo assim eu dormi no sofá, o que não impediu que eu acordasse 6 da manhã tendo pesadelo ( Consegui dormir as 4 da manhã).
O segundo e mais bizarro. O medo de encontrar conhecidos na rua. Esse eu não sei explicar quando começou, nem o por que. Mas, quando eu encontro alguém conhecido na rua, meu coração acelera. Eu entro em desespero. Você que esta lendo isso e que me conhece pessoalmente. Quantas vezes já topou comigo na rua? Com certeza nenhuma. Isso por que eu me escondo. Saio correndo. Vou pro outro lado da rua. Entro em loja. Pulo da ponte. Me enterro. Aprendo a voar. Se você encontrou comigo na rua, tenha certeza que antes de isso acontecer eu fiz o possível pra que isso não acontecesse.
Levando em consideração tudo isso, eu cheguei a conclusão de que eu possuo a fobia mais rara da história. A de encontrar aranhas conhecidas na rua. Como eu sou o primeiro. Posso dar nome ao medo. DTfobia.
É isso. Pra encerrar, quero dizer para vocês não zoarem o medo de ninguém. De certeza vocês também tem um medo ridículo aos olhos de outra pessoa. Grande parte dos meus leitores são na verdade leitoras, e sei que grande parte de vocês deve ter medo de barata. Não adianta dizer que é nojo. Eu tenho nojo de cocô, nem por isso eu grito quando vejo merda.
sábado, 12 de março de 2011
Maldição do Blog
Hoje eu me dei conta de que existe uma maldição sob o blog Robson DT. Vocês que me acompanham a um certo tempo sabem que as nuvens me odeiam. E sabem a história narrada na postagem “Chuva”. Hoje se repetiu, não com chuva. Mas, outra coisa me impediu de postar e por isso que está saindo a essa hora. A postagem já estava pronta, fala sobre “Medos” e iria sair hoje, mas agora vai ficar para outro dia.
Meu sobrinho estava jogando emulador de Nintendo 64 aqui no PC, e eu estava no sofá, tomando café tranquilamente. Sem me preocupar com os males que me rondavam. Foi quando a maldição DT começou a me espreitar. Uma praga rogada por algum outro blogueiro, ou alguém que não gosta dos meus post’s. Essa maldição me impede de postar sempre que eu estou com um ritmo constante no blog. Sem mais delongas eu vou dizer logo o que aconteceu. O poste daqui da frente da minha casa, simplesmente começou a pegar fogo. Começou a explodir, saindo umas chamas azuis. Dando curto circuito. Meu irmão saiu do quarto, foi correndo pra desligar o computador. Minha cunhada foi desligar a geladeira. Avisei rápido minha mãe pra desligar o ar-condicionado. Naquela correria toda, o engraçado foi a reação do meu sobrinho, Gustavo, de sete anos. Que se jogou no chão e começou a rolar. Além de ser uma decisão inútil. Ainda atrapalhava quem estava tentando passar pra desligar as coisas. E encontrava um menino rolando de um lado para o outro da sala.
Resultado que foi embora a luz. Obviamente. E levou certo tempo pra ajeitarem, então não pude postar mais cedo. A postagem sobre “Medos” vem amanhã, sábado ( foda-se que já passou da meia-noite, pra mim só é amanha depois que eu dormi e acordei). E por incrível que pareça eu também tenho vida social, então se eu não postar amanhã é por que é sábado. Enfim... até amanhã e fiquem longe dos postes.
quarta-feira, 9 de março de 2011
Comprando Óculos
Eu sempre digo uma frase “Não gosto de dinheiro, troco todo o meu por bens materiais”. Pois é, peguei uma certa quantia em dinheiro e fui ao shopping colocar essa filosofia em prática. Inclusive percebi que não importa quantas vezes eu vá lá. Eu sempre me perco. Já estou, inclusive pensando seriamente em comprar uma bússola. Enfim, o motivo de escrever não é minha falta de senso de direção e sim a loja onde parei para gastar meu dinheiro. Chilli Beans. Entrei na loja e comecei a dar uma olhada nos óculos. A vendedora, Patrícia ( muito boa por sinal, realmente consegue me incentivar a comprar coisas), me mostrou alguns modelos, quando mostrou um deles que eu já tinha. Depois ela sugeriu um modelo que ela disse ser o seu preferido. E eu disse que já tinha. Depois ela disse que um modelo havia combinado com meu rosto. Então eu disse que tinha um óculos parecido. Ela: “menino, quantos óculos tu tem?”
Passou-se um tempo eu escolhendo o modelo que eu queria até que eu finalmente decidi. Então algo que eu achei um tanto quanto estranho ocorreu. Ela perguntou meu nome, meu numero de celular e a data do meu nascimento. Eu respondi. Robson Brandão, xxxxx (não achou que eu fosse dizer meu numero pra vocês, né? Não dou meu numero para qualquer um. Somente para vendedoras que nunca vi na vida), 1992. Ela disse: “98?? Nossa que menino grande!”, eu corrigi dizendo que era de 92. Ela demonstrou certo alívio. Ela disse que havia perguntado para ligar no meu aniversário e dar meus parabéns. Achei estranho. Será que ela pensa que eu sou um miserável sozinho? Ela me achou tão chato assim? Ao ponto de pensar que não tenho ninguém para me dar os parabéns no meu aniversario? Me senti meio “forever alone”, mas deixei pra lá e fui pra casa.
Chegando em casa eu percebo que comprei um óculos quebrado. A lente direita tinha uma pequena rachadura que só dava pra ver colocando contra a luz. Frustração. No outro dia voltei lá pra trocar o óculos. Não tinha o mesmo modelo que eu tinha levado. Frustração. Passei um certo tempo até escolher outro modelo que me agradasse e que fosse o mesmo preço que o outro. E a Patrícia não estava lá. Frustração. Escolhi outro modelo e mostrei para o vendedor. Então eu percebi que este também estava quebrado. Frustração.
Aqui estou eu, em casa novamente. Desfrutando minha frustração ( desfrutando minha frustração... duvido você dizer isso dez vezes rápido). Para compensar o certo esforço que tive. Vou esperar até minha mãe receber. Então devolvo os óculos e faço ela pagar por um modelo mais caro que fiquei de olho. Assim ela me paga uma parte do que me deve. Só para deixar claro, não escrevi isso com a intenção de sujar de alguma forma a imagem da loja. Que por sinal visito com freqüência, já gastei uma quantia considerável de dinheiro lá e não me arrependo de nenhum real gasto. O único motivo de escrever isto foi para narrar um fato frustrante ( diga fato frustrante com a boca cheia de farofa) que me ocorreu nesses dias. E lhes mostrar que comprar um óculos nem sempre é uma tarefa tão simples assim.
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Hábitos Irritantes
Seres humanos são sinônimos de constrangimento. Eles são uma fonte de agunia e de frustração. As pessoas possuem os hábitos mais irritantes e... irritantes que existem, as pessoas são muito irritantes, acho que já disse isso né. Eles se acostumam a fazer exatamente o que dá muita raiva neles mesmos, é impressionante. Creio que as pessoas pensem assim " Caralho isso me dá muita raiva... vou fazer com todo mundo". O mundo está cheio de zés.
Basta você colocar o status "ocupado" no msn para que todos os seus contatos decidam que é uma boa ideia falar com você. Nem se fala nada quanto ao estado "ausente". Experimente mudar seu subnick então. Pensamento do zé : " olha, o sub dele está dizendo que está muito puto e que não quer que ninguem enxa o saco...vou falar com ele pra saber o que houve". Agora experimenta ficar como disponível. Parece um repelente de conversa. Ninguem fala com você, demoram para responder, isso quando respondem, mas, basta mudar o status para que comecem a chamar sua atenção e lhe mandar links que você não quer ver.
Sempre tem um zé pra vim puxar papo com você quando você está no telefone. Coisas começam a tocar, o volume da televisão aumenta sozinho. O mais perfeito silêncio é destruido no momento em que você atende um telefone. Pessoas aparecem pra te perguntar onde estão as chaves, os óculos, sapatos, cachorro, papagaio...todo mundo tem uma pergunta pra te fazer quando você está no telefone. E você ainda tenta responder a pessoa e acaba dando um curto circuito na sua cabeça. A pessoa no telefone começa a perguntar por que você não está respondendo, então você tenta falar e a pessoa que está na sua frente fica "aonde? ".
Televisão. Sempre tem um zé pra aparecer e falar " Robson tá passando um filme legal na globo, coloca lá" e se já não bastasse a pessoa estar escolhendo o que você assiste, ela fica lá parada em pé até você colocar no canal. Depois de mudar pro tal programa que ela quer mostrar ela vai embora. Então você fica assistindo aquilo por um tempo, até se enxer e mudar ou desligar a televisão. Então quando você decide fazer isso o indivíduo volta pra comentar alguma coisa sobre o programa e vê que a televisão está desligada.
E isso não é o mais irritante sobre televisão, o mais irritante se diz a respeito de filmes. Ao final dos filmes mais precisamente. Nunca comente que você quer ver um filme com uma pessoa que ja tenha assistido esse filme. Ela começa a lhe contar tudo que acontece no filme. Quem morre, quem vive, quem é o traidor, quem faz não sei o que. Você se concentra ao máximo pra não prestar atenção no que ela está falando, pensa em prova, na caneta que não funciona na prova, na chuva,nas ondas, na namorada...até que você percebe que não está adiantando, você pede pra ela parar de te contar e então você é tachado de chato.
Falar. Tem pessoas que tem sérios problemas em parar de falar. ela fala, fala, fala , fala e você fica apenas "hum...uhum...é...ãrã...isso" e quando você percebe, você não faz ideia sobre o que vocês estão convesando. E de repente ela diz algo que você não entendeu e para. Tudo que eu faço é dar uma risada e rezar para que ela não tenha feito uma pergunta.
Isso tudo deixa a gente com muita raiva, mas provavelmente já fizemos tudo isso pelo menos uma vez com alguém. Fazer o que... é o ciclo vicioso da raiva, você sente hoje pra irritar alguém amanhã.
Basta você colocar o status "ocupado" no msn para que todos os seus contatos decidam que é uma boa ideia falar com você. Nem se fala nada quanto ao estado "ausente". Experimente mudar seu subnick então. Pensamento do zé : " olha, o sub dele está dizendo que está muito puto e que não quer que ninguem enxa o saco...vou falar com ele pra saber o que houve". Agora experimenta ficar como disponível. Parece um repelente de conversa. Ninguem fala com você, demoram para responder, isso quando respondem, mas, basta mudar o status para que comecem a chamar sua atenção e lhe mandar links que você não quer ver.
Sempre tem um zé pra vim puxar papo com você quando você está no telefone. Coisas começam a tocar, o volume da televisão aumenta sozinho. O mais perfeito silêncio é destruido no momento em que você atende um telefone. Pessoas aparecem pra te perguntar onde estão as chaves, os óculos, sapatos, cachorro, papagaio...todo mundo tem uma pergunta pra te fazer quando você está no telefone. E você ainda tenta responder a pessoa e acaba dando um curto circuito na sua cabeça. A pessoa no telefone começa a perguntar por que você não está respondendo, então você tenta falar e a pessoa que está na sua frente fica "aonde? ".
Televisão. Sempre tem um zé pra aparecer e falar " Robson tá passando um filme legal na globo, coloca lá" e se já não bastasse a pessoa estar escolhendo o que você assiste, ela fica lá parada em pé até você colocar no canal. Depois de mudar pro tal programa que ela quer mostrar ela vai embora. Então você fica assistindo aquilo por um tempo, até se enxer e mudar ou desligar a televisão. Então quando você decide fazer isso o indivíduo volta pra comentar alguma coisa sobre o programa e vê que a televisão está desligada.
E isso não é o mais irritante sobre televisão, o mais irritante se diz a respeito de filmes. Ao final dos filmes mais precisamente. Nunca comente que você quer ver um filme com uma pessoa que ja tenha assistido esse filme. Ela começa a lhe contar tudo que acontece no filme. Quem morre, quem vive, quem é o traidor, quem faz não sei o que. Você se concentra ao máximo pra não prestar atenção no que ela está falando, pensa em prova, na caneta que não funciona na prova, na chuva,nas ondas, na namorada...até que você percebe que não está adiantando, você pede pra ela parar de te contar e então você é tachado de chato.
Falar. Tem pessoas que tem sérios problemas em parar de falar. ela fala, fala, fala , fala e você fica apenas "hum...uhum...é...ãrã...isso" e quando você percebe, você não faz ideia sobre o que vocês estão convesando. E de repente ela diz algo que você não entendeu e para. Tudo que eu faço é dar uma risada e rezar para que ela não tenha feito uma pergunta.
Isso tudo deixa a gente com muita raiva, mas provavelmente já fizemos tudo isso pelo menos uma vez com alguém. Fazer o que... é o ciclo vicioso da raiva, você sente hoje pra irritar alguém amanhã.
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Teoria das Ondas
Desde que eu me entendo por gente eu venho notando como as coisas acontecem. E eu elaborei uma teoria. Quem estudou comigo, quem morou comigo, enfim quem conviveu comigo todos esses anos já está cansado de ouvir eu dizer isso. Tudo é em ondas. Muito tempo depois, agora que tenho um blog. Tenho um espaço pra dizer tudo que eu sempre quis dizer. Vou explicar pra vocês a teoria das ondas.
Imaginem um portão. Um portão que guarda todos os acontecimentos. Todos. Desde uma simples folha caindo até a queda de um avião. Absolutamente tudo que está para acontecer está atrás deste portão. E quando esse portão abre, nunca passa somente uma coisa. Os acontecimentos nunca vem sozinhos. Quando algo acontece, outra coisa semelhante irá acontecer novamente. Por isso tudo é em ondas. É como se os fatos pegassem o "embalo" do que acabou de acontecer para se repetirem. Um simples fato é capaz de desencadear uma onda de acontecimentos semelhantes.
Vou dar alguns exemplos de coisas que já aconteceram e me fizeram começar a prestar atenção nisso. Foi descoberto na europa, não me lembro o país, que um homem mantinha a propria filha presa em seu porão e mantinha relações sexuais com ela, que inclusive veio a ter alguns filhos que foram assassinados pelo homem. Essa notícia indignou varias pessoas ao redor do mundo e logo após, vieram outros casos semelhantes. Como de uma mulher que conseguiu fugir e foi socorrida pelos vizinhos, não conseguia enxergar direito depois de anos sem ver a luz do sol.
Um avião da GOL caiu na floresta amazônica, matando mais de 160 pessoas, os destroços ainda permanecem na floresta até os dias de hoje dada a dificuldade de se adentrar o local. Um tempo depois, um avião da TAM tentou pousar no aeroporto de São Paulo e acabou colidindo com um prédio da mesma companhia, causando um incêndio, centenas de pessoas morreram. Você pode pensar que os dois fatos sejam distantes um do outro, pois passou-se quase um ano ( ou mais, eu realmente não sei...), mas é um espaço de tempo bem curto comparando a quantidade de tempo que o Brasil estava sem sofrer acidentes aéreos. E desde então não houve nenhum outro.
Eu poderia escrever vários casos, mas a teoria das ondas não se limita a mortes e acidentes. Você pode percebê-la no seu dia-a-dia. Antes de me chamar de louco e ignorar o que estou dizendo, comece a prestar atenção nos fatos. Qualquer coisa. Se as coisas de fato acontecem só uma vez na sua vida, ai sim você terá o direito de dizer que eu falo merda. Ou você pode perceber que estou certo, e que tudo é em ondas.
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Coisas que Não Funcionam
Uma coisa que me irrita profundamente é quando algo não funciona. Eu acho que no inferno você vai ser obrigado a ficar a eternidade testando coisas que não funcionam nunca. E você vai passar a eternidade frustrado.Existe Algo que realmente costuma falhar, mas falha tanto que ultrapassa a quantidade de vezes que dá certo. Então o que dá errado é quando funciona. É a caneta. Elas costumam falhar com mais frequência quando é em prova, assinar documento, ou qualquer coisa que seja importante e que você não possa rasurar. Você começa a escrever e a caneta para de sair tinta e só fica o risco transparente da ponta. Você tenta, tenta e nada. Então você vai pro canto da prova e começa a riscar bem rapido até que ela volta a funcionar. Então você volta pra escrever o que você estava escrevendo e ela simplesmente para de funcionar de novo. Você volta pro cantinho rabiscado e começa a riscar mais ainda e ela volta a funcionar. Você tenta continuar escrevendo mas o diacho da caneta falha de novo. E você tenta tanto que começa a furar a parte onde você estava escrevendo e você tem que inventar um espaço no meio da sua palavra pra continuar escrevendo, por que por algum motivo desconhecido a caneta não funciona no lugar que você quer. Ai fica tipo "Estou len do o B log R obs on DT", sem falar nas manchas nos cantos da folha.
Locadora é algo que é bastante raro hoje em dia. Mas, uns anos atrás era de obrigação eu ir na locadora toda semana, e pegava uns 7 DVD's. E uma coisa muito frustrante era você gastar minutos decidindo qual filme levar, ir empolgado para casa assistir, fazer pipoca e a porra do filme não funcionar. A pirataria derrubou as locadoras de DVD, mas isso continua acontecendo. Não importa o que você compra, ou onde compra, é bem provável que vá dar defeito.
Lapiseiras. Aquelas que vem com cheiro de morango, laranja, ou sei lá mais o quê.Daquelas que quando você percebe, está cheirando uma lapiseira e estão todos te olhando, mesmo sabendo que eles também fazem isso. Ou aquelas lapiseiras camufladas, que vem com uma burrachinha verde na tampa. Se você não conhece nenhuma dessas duas lapiseiras, sinto lhe informar que você não teve infância. Enfim, qualquer uma dessas duas lapiseiras. Que são daquelas que tem várias pontinhas brancas dentro e quando uma começa a ficar pequena você tira ela e coloca atrás e usa a próxima. Depois da caneta, a lapiseira camuflada é o que mais dá defeito dentre todos os produtos. Normalmente quebra um pedaço da lapiseira, deixando a ponta bamba, e você tem que escrever com o dedo onde está faltando o pedaço. Tambem acontece muito daquela ponta petra de trás ficar frouxa (você fica mordendo né) e quando você vai escrever, as pontas simplesmente saem pela outra ponta da lapiseira. Então você começa a enfiar uns pedacinhos de papel pra impedir que as pontas saiam.
Tornozeleira. Um tempo atrás ai eu torci meu pé. tava andando e recebi uma mensagem no celular. Quando eu peguei o celular pra olhar eu cai e torci o tornozelo. Patético, eu sei, fazer o que...o fato é que eu comprei uma tornozeleira, pra imobilizar meu pé e ver se melhora mais rápido. Mas, eu sinceramente não entendo o raciocínio dos criadores desse troço. Você ja tentou colocar uma tornozeleira? dá muito trabalho e provavelmente você vai desistir antes de conseguir colocar. Agora imagina alguém com o pé torcido. Inventor zé: "Nós precisamos fazer algo realmente apertado, que seja bem dificil de colocar, assim ele não vai conseguir mexer o pé" Seu animal, meu pé está torcido, como que eu vou colocar um treco desse? Até eu terminar de enfiar meu pé ai eu vou desmaiar de dor.
Então. Não importa qual seja o produto que você comprou. Seja uma lapiseira com cheiro de fruta, ou uma camuflada. Seja DVD alugado ou pirata. Seja tornozeleiras que poderiam ser usadas pra torturar as pessoas. Seja caneta vagabunda que resolve parar de funcionar em provas. Não importa. Você vai comprar de novo. E vai falhar de novo.
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